quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Vida nova!

Frescor! Imagines casa limpa, ventre forrado, liso e forte. Mente abarrotada de belas palavras, construções colossais, arrebatadora! Vícios bons, erroneamente auto-denominados farão parte de cotidiano azul, lilás, até cinza, se ventos tardios assim quiserem, no entanto apenas na imagem, já que o coração comporta visão própria.

Faço, agora, de meu corpo, um templo, sagrado, fonte e receptáculo de Luz. A fibra moral à qual primo neste instante eterno será guia condutora não só de mim própria, como também de quaisquer sujeitos disponíveis à mesma.

Quando não tens caminho certo, intuição do que sequer será sua próxima refeição, costumas entregar-te ao léu, líquidos fortuitos, brigas internas violentas por inconstante demasiado subjetivo. Ainda que saibas a semente que gerou a vida que exalas quando ris, perdido, não serás absolutamente nada.
Afinal, fazer, agir, demonstrar apenas importa se fores firme no que ÉS. Ser é pressuposto de sentir e de movimentar.

Portanto afirme-se no que te emociona nos filmes ou no que te provoca sensações evoluídas nos intervalos de vivência mágica que nos vem como dádiva surpresa.
Agarrar é termo para usar consigo mesmo, ainda que desejes o mundo ou grande parte dele: comece e termine sendo BOM.
Amor à vida é meio para que vivas o amor.

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