domingo, 28 de fevereiro de 2010

?!...

Só quando a gente se encontra que a gente percebe que a gente estava perdido antes.

Eu me arrependo MUITO de não ter arriscado algo ctg quando eu tive chance.
De não ter te ligado quando ainda éramos só nós dois.
De ter te recusado algumas vezes, há muito tempo.

Agradeço a Deus por ter nos dado dias, noites e madrugadas MARAVILHOSAS juntos.
Por ter ligado o foda-se e me jogado nos seus braços mesmo que em situações moralmente erradas.
Por ter uma história ctg.

Eu me arrependo de tudo que não fiz com voce.
E me sinto abençoada por tudo que fizemos juntos.

Me angustia pensar que nessa vida talvez não tenha mais como.
Me aflige admitir que eu vou ter que ser paciente, forte e intuitiva.
Admito meus erros de um passado não tão distante. Os justifico por estar perdida há algum tempo atrás,
e me envergonho MESMO por não ter me encontrado antes em você.

Eu caguei na minha sorte. Ela me veio sorridente, com olhos faiscantes e uma barriga de chocolate branco. E eu não entendi direito o que ela queria me dizer. Não abri meu coração na hora certa, e depois passei meses errando com pessoas escrotas pra tentar te esquecer. E acredite,
eu to muito cansada em te procurar em alguém que não seja voce.

Não tem como te esquecer.
Não sei nem se eu quero.
Eu sinto uma raiva estupidamente cega de mim mesma quando penso que não o 'agarrei' com unhas e dentes quando voce estava disposto. Lá.. no inicinho de tudo...

E fico sinceramente triste e sem rumo quando lembro o dia em que percebi que a minha vida não seria mais a mesma: porque eu havia te conhecido de verdade e que,
daqui pra frente,
9 de cada 10 sonhos que eu tivesse a noite,
seriam com você.

Eu peço com muita força pros meus anjinhos pra eu não desejar que voce termine ou que seu namoro não dê certo, porque eu não me sinto nesse direito. Voce merece muito ser feliz e eu tenho consciência disso.
Sinto raivas até de você quando vejo que voce não enxerga que serias feliz demais do meu lado. Eu não tenho dúvida alguma disso. Mas voce tem.
E é isso que me mata. Dói. Dói de verdade, no sentido literal da palavra dor.
Dói porque eu perco o raciocínio e fico tentando aproveitar você em cada instante que voce permite. Escondidos. Em segredo. No paraíso proibido.
Dói porque no meu paraíso, até tem voce e nossos momentos gostosos, mas também tem carinho, palavras de amor, demonstrações públicas de afeto, sorrisos de certeza de conexão perfeita.

Não é obsessão, visto que eu reconheço todas as maravilhas e as mazelas de viver algo tão forte ctg. Acho que eu nem sei se isso nosso tem nome.
Mas eu queria que tivesse corpo, que acontecesse.
Talvez o meu maior sonho hoje é realizar tudo que eu fantasio ctg e que voce sinta o mesmo que eu.

Essa vida é bem cruel as vezes. Mas como já admiti no início,
eu sinto vontade de morrer quando lembro que não o enxerguei a tempo.

Tudo que eu mais quero, mais humildemente, mais amorosamente, mais docemente quero... é que..
fosse tudo real.
E que voce caísse em si,
assim como a minha ficha caiu nesses últimos meses de romances épicos
com você.


Estive arrastando meus saltos com uma cadela chamada Esperança.

Talvez eu seja uma covarde em preferir escrever. Ou talvez eu tenha o lirismo chocante de 'Abelardo e Heloisa'. Bom, Heloisa eu sou. E como sou.
Eu nunca havia desejado morrer antes. Como ontem... Mas é tão compreensivel o fato de que se a morte é uma libertação, com certeza deve doer menos do que isso.
Eu andava com destino certo pra descansar o corpo, mas é como se eu estivesse vagando sem rumo, sem raciocínio lógico, completamente sem ilusão. A realidade as vezes cái na minha cabeça como se fosse um piano do 9º andar. Meu físico sabia para onde ir e fechar os olhos, mas meu espírito deu umas 50 voltas pelo planeta, procurando a si próprio.
Eu me submeto a coisas humilhantes quando meu coraçao grita. Porque quando ele fala, até uma paz meio confusa é capaz de me tocar. No entanto meu coraçao ta radicalmente mudo ou incrivelmente nervoso.
Eu não sei até que ponto eu perco, até que ponto é a coisa certa, o que seria exatamente 'a coisa certa', se paixões devem ser vividas até virarem amor. Eu não sei. Eu queria entender, eu queria entender. Eu queria entender...
Eu me foco tanto na maior parte do tempo; eu me esforço TANTO pra evoluir uma conduta de essência a cada instante; é tanto tempo sem música, sem beijo, sem riso, sem céu... Que quando eu ouço aquela voz naquelas palavras, quaisquer palavras! Saindo daquela boca... me desconcentram. Eu perco a compreensão de mim mesma.
Pode ser que eu mereça isso... Por causa de algo nessa vida ou de algumas passadas. Enfim, acho que isso nem importa tanto porque o presente é poderoso se voce souber conduzí-lo. Mas o passado é tão mágico quando eu lembro que nós dois sozinhos sentíamos algo bom.

Sabe...
É uma força atrativa muito grande. Monstruosa mesmo.
E quem vê de fora pensa: "É só mais uma carta de amor. É só mais uma história de coração partido." E pode ser que seja, de fato. Só que... pra quem sente, é outro filme. Digno de efeitos especiais, vilões, heróis, tentações, conflitos, paisagens inesquecíveis...

Não é nem a falta de compromisso que me incomoda. É a humilhação de não conseguir olhar nos olhos de quem eu mais vejo nos meus sonhos. É não poder ser espontânea quando tudo que se tem pra mostrar é tão lindo.. Dói muito, muito mesmo, ter que me conter, ter que me esconder. Por determinados olhos um pouco mais depravados, poderia ser até uma fonte de excitação esse 'jogo'. Mas eu não tatuei o que eu tatuei no meu braço pra seguir um jogo.
Eu não tenho tempo pra isso.

Existem casos cinematográficos em que as paixões são deduzidas como válidas, como dignas de perseverança e luta. É romântico é poético, é o que eu mais tento traduzir pra minha vida real.
Existem casos cinematográficos em que as paixões terminam mal; são um pulo para a quase regressão. É como se tal descontrole emocional não valesse a pena, porque o que interessam são os amores puros. É romântico é poético, é o que eu mais tento traduzir pra minha vida real.

Percebe?

São contradições que não só me deixam confusa como me fazem ter a sensação: ou de estar agindo com um instinto lírico e docemente corajoso; ou me deixam aflita por sentir que estou na direção certa, mas no sentido errado.

Eu quis morrer ontem.
Coloquei os pés na rua e pensei:
"Se alguém me atirasse, se um carro me matasse por atropelamento, com certeza doeria menos do que eu to sentindo agora.'

Eu só queria saber se estou vivendo o que tem que ser vivido.

Nesse caso,
mesmo que doa,
eu assumo o risco de viver. E até de ser feliz.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

GARDEN OF EDEN!

Não há jeito de eu me enquadrar
Não me diga o que meus olhos vêem
Não me diga em quem acreditar
Eu não sou supersticioso
Mas sei quando algo está errado
Estive arrastando meus saltos
Com uma cadela chamada esperança





THATS NOT A PROBLEM YOU CANT STOP
ITS ROCK N ROLL!

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Abelardo e Heloísa - Uma História de Amor

O romance entre Heloísa e o filósofo Pedro Abelardo iniciou-se em Paris, no período entre o final da Idade Média e o início da Renascença.

Abelardo havia sido recentemente pela Escola Catedral de Notre Dame, tornando-se, em pouco tempo, muito conhecido por admirar os filósofos não-cristãos, numa época de forte poder da Igreja Católica.

Heloísa, que já ouvira falar sobre Abelardo e se interessava por suas teorias polêmicas, tentou aproximar-se dele através de seus professores, mas suas tentativas foram em vão.

Numa tarde Heloísa saiu para passear com sua criada Sibyle, e aproximou-se de um grupo de estudantes reunidos em torno de alguém. Seu chapéu foi levado pelo vento, indo parar justamente nos pés do jovem que era o centro da atenções, o mestre Abelardo. Ao escutar seu nome, o coração de Heloísa disparou. Ele apanhou o chapéu, e quando Heloísa aproximou-se para pegá-lo, ele logo a reconheceu como Heloísa de Notre Dame, convidando-a para juntar-se ao grupo. Risos jocosos foram ouvidos, mas cessaram imediatamente quando o olhar dos dois posaram um sobre o outro. Heloísa recolocou seu chapéu, fez uma reverência a Abelardo e se retirou.

Desde esse encontro, porém, Heloísa não consegui mais esquecer Abelardo. Fingiu estar doente, dispensou seus antigos professores e passou a interessar-se pelas obras de Platão e Ovídio, pelo Cântico dos Cânticos, pela alquimia e pelo estudo dos filtros, essências e ervas. Ela sabia que Abelardo seria atraído por suas atividades e viria até elas. Quando ficou sabendo dos estudos de Heloísa, conforme previsto por ela Abelardo imediatamente a procurou.

Abelardo tornou-se amigo de Fulbert de Notre Dame, tio e tutor de Heloísa que logo o aceitou como o mais novo professor de sua sobrinha, hospedando-o em sua casa, em troca das aulas noturnas que ele lhe daria. Em pouco tempo essas aulas passaram a ser ansiosamente aguardadas e, sem demora, contando com a confiança de Fulbert, passaram a ficar a sós. Fulbert ia dormir, e a criada retirava-se discretamente para o quarto ao lado.

Em alguns meses, conheciam-se muito bem, e só tinham paz quando estavam juntos. Um dia Abelardo tirou o cinto que prendi a túnica de Heloísa e os dois se amaram apaixonadamente. A partir desse momento Abelardo passou a se desinteressar-se de tudo, só pensando em Heloísa, descuidando-se de suas obrigações como professor.

Os problemas começaram a surgir. Primeiro, esse amor começou a esbarrar nos conceitos da época, quando os intelectuais, como Heloísa e Abelardo, racionalizavam o amor, acreditando que os impulsos sensuais deveriam ser reprimidos pelo intelecto. Não havia lugar para o desejo, que era um componente muito forte no relacionamento dos dois, originando um intenso conflitos para ambos. Ao mesmo tempo Sibyle, a criada, adoecera, e uma outra serva que a substituíra encontrou uma carta de Abelardo dirigida a Heloísa, e a entregou a Fulbert, que imediatamente o expulsou. No entanto isso não foi suficiente para separá-lo.

Heloísa preparou poções para seu tio dormir e, com a ajuda da criada Sibyle, Abelardo foi conduzido ao porão, local que passou a ser o ponto de encontro dos dois.

Uma noite, porém, alertado por outra criada, Fulbert acabou por descobri-los. Heloísa foi espancada, e a casa passou a ser cuidadosamente vigiada. Mesmo assim o amor de Abelardo e Heloísa não diminuiu, e eles passaram a se encontrar onde pudessem, em sacristias, confessionários e catedrais, os únicos lugares que Heloísa podia freqüentar sem acompanhantes a seu lado.

Heloísa acabou engravidando, e para evitar aquele escândalo, Abelardo levou-a à aldeia de Pallet, situada no interior da França. Ali, Abelardo deixou Heloísa aos cuidados de sua irmã e voltou a Paris, mas não agüentou a solidão que sentia, longe de sua amada, e resolveu falar com Fulbert, para pedir seu perdão e a mão de Heloísa em casamento.

Surpreendentemente, Fulbert o perdoou e concordou com o casamento.

Ao receber as boas novas, Heloísa, deixando a criança com a irmã de Abelardo, voltou a Paris, sentindo, no entanto, um prenúncio de tragédia. Casaram-se no meio da noite, às pressas, numa pequena ala da Catedral de Notre Dame, sem nem trocar alianças ou um beijo diante do sacerdote.

O sigilo do casamento não durou muito, e logo começaram a zombar de Heloísa e da educação que Fulbert dera a ela. Ofendido, Fulbert resolveu dar um fim àquilo tudo. Contratou dois carrascos e pagou-os para invadirem o quarto de Abelardo durante a noite e arrancar-lhe o membro viril.

Após essa tragédia, Alberto e Heloísa jamais voltaram a se falar.

Ela ingressou no convento de Santa Maria de Argenteul, em profundo estado de depressão, só retornando à vida aos poucos, conforme as notícias de melhora de seu amado iam surgindo. Para tentar amenizar a dor que sentiam pela falta um do outro, ambos passaram a dedicar-se exclusivamente ao trabalho.

Abelardo construiu uma escola-mosteiro ao lado da escola-convento de Heloísa. Viam-se diariamente, mas não se falavam nunca. Apenas trocavam cartas apaixonadas.

Abelardo morreu em 142, com 63 anos, Heloísa ergueu um grande sepulcro em sua homenagem, e faleceu algum tempo depois, sendo, por iniciativa de suas alunas, sepultada ao lado de Abelardo.

Conta-se que, ao abrirem a sepultura de Abelardo, para ali depositarem Heloísa, encontraram seu corpo ainda intacto e de braços abertos, como se estivesse aguardando a chegada de Heloísa.



[...]

sábado, 20 de fevereiro de 2010

'estrada de tijolos amarelos!



Quando éramos pequenas acreditávamos que o caminho pouco importava. Desde que houvesse uma trilha terrestre, bastava que víssemos a luz do Sol.

As aulas eram cansativas durante a semana e o nosso alívio era perder o rumo sendo guiadas pelo vento. Sem destino e ao som de nossas próprias gargalhadas.
Ríamos dos tropeços que dávamos em pedrinhas sob árvores ou dos meninos que preenchiam nossos sonhos a noite. O lanche do repouso era o que as moedas dos nossos bolsos furados davam pra comprar, se é que ainda existia algum dinheiro neles...

Descansávamos embaixo de algum coqueiro ou na calçada de alguma lojinha simpática. Sempre conversávamos sobre tudo! E mesmo que o assunto acabasse, admirávamos, juntas, o brilho do céu e o vazio durava muito pouco tempo.

Nossas caminhadas se tornavam simbólicas a cada ano que passava, pois representava toda a nossa filosofia de mundo. Mal sabíamos que estávamos construindo, aos poucos, uma nova ideologia de vida, a da luz.

"Helô, pra onde a gente vai agora?"
"Ah, por onde for mais astral! ;)"_e a minha resposta era sempre a mesma.

Nosso corpo mudava, o colégio se tornava cada vez mais difícil. No entanto, o tempo parecia ser generoso conosco, porque sempre que nos víamos, juntas, em algum caminho iluminado, a sensação era de que ainda éramos crianças seguindo qualquer coisa! Desde que houvesse Sol.

Acho que praticamente tudo mudou desde aqueles bons tempos. Me encontro cheia de fascínios acumulados ao longo da minha vida e, muitos deles, já me deixaram em enrascadas.

Mas, sabe... eu entendi. Finalmente compreendi que tudo que te fascina tem uma base em comum: a energia boa que voce sente.
E tudo que tem um alto astral, um poder quase mágico de te arrancar um sorriso, deve ser não só acumulado mesmo, mas cultivado e perseguido!

Eu nunca me imaginei racionalizando as minhas paixões mais puras e mais intensas. Mas é tão lógico!
Tente acompanhar:
se todas as artes, as etnias, os mares, as músicas, os batuques, as violas, as comidas e os céus que me encantam estão todos espalhados pelo mundo, por quê não percorrer o mundo?

Eu não desejo viajar por um capricho ou por falta de amor à minha terra natal. Muito pelo contrário... Eu gostaria humildemente, de provar a alguns e a mim mesma de que há beleza em qualquer canto. E mesmo que não haja, a felicidade pode ser sentida em cada passo, em cada olhar bom que voce encontra.

Eu quero experimentar mais do que gostos e cores,
eu só to seguindo a luz da minha infância.

Meu próximo destino?
"Pra onde for mais astral! ;)"

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

searching for answers...that never appear.. ;) (8)


O hipócrita crê no imoral e no seu poder de choque.
O imoral, na verdade,
nem imoral é.

Trata-se apenas de um corajoso feliz.
Meio angustiado, mas tranquilo.


Tranquilo de si, visto que não agride.
Honesto consigo, já que se assume 'eu'.
Um pé após o outro: ele jamais regride!
Porém sem pressa alguma, o 'imoral' nunca correu.

Sua angústia, efetivamente, só se expressa em olhos de quem se traduz 'moral'.
porque quando se olha no espelho, o transgressor se vê em seu mundo.
A realidade não vale tanto a pena, afinal...
O profundo,
na real,
é o crente da
li
ber
da
de.

"Você terá que ser forte em assumir o risco de defender injustiçados"
_Assumo.
"Terás que mudar, também, personificação da ingenuidade.
_Não sou inocente,
não sou nada.
Apenas levo a sério minhas crenças sinceras
Sem oprimir ou imoralizar alguém por ser diferente de mim.

'Imoral' é quem tem a ignorância de saber o que a 'moral' significa.

Mora dentro de ti um báu, meu amigo.
Ele se chama coração.
Abra-o.
Ou, ao menos, o espione.

E veja que,
nele,
já fostes 'imoral' como eu.

E eras mais feliz assim.



---sometimes I feel like Im beatting the dead horse..!'--

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Topo!



Cochilei. Acordei! =]

Eu busco uma mente cheia de cultura. Aberta.
Eu busco um corpo leve e forte. Saudável, bonito!
Eu busco um espírito livre, feliz!


Eu busco um caminho iluminado, que me faça sorrir de alegria e chorar de emoçao.

Eu busco a certeza de estar sempre fazendo o bem a mim, e a todos que eu puder.

What can I do, honey..?




...I feel like the colour blue'

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

..azuis como o Már Cáspio.'



Se sonhos existem.. pode ser que já tenhamos visitado todos aqueles lugares. Lá. Lá onde tudo é bonito, alegre, pacífico, fresquinho... Brilhante, colorido, mágico!
Não é possível que sejam só sonhos. Eu os vejo quando eu durmo! Quando simplesmente fecho os olhos ou até mesmo quando o céu está muito azul.
Tudo isso EXISTE.
Acho que eu já entendi o grau de nossa pequenez, em não conseguir explicar direito nem entender ao certo a imensidão do sentido da vida. Se é que ela tem um sentido da forma como imaginamos.
Somos pequenos e faço parte desse plano então eu não poderia ser diferente. Tudo que eu posso é FAZER diferente.
Talvez minha força maior esteja no fato de eu ACREDITAR com tanta vontade em tudo que eu sonho. E esses dias eu acho que estou entendendo bem melhor o valor de cultivarmos pessoas boas ao nosso redor, o valor de amar e ser amado com liberdade.
Que paraíso seria esse sem rostos amigos, sem anjinhos pra brincar junto com a gente?
Essa vida aqui é decisiva. Muito provavelmente esta não seja a última.
No entanto às vezes... às vezes eu fico muito confusa. Paradoxalmente confusa e em paz ao mesmo tempo.
É como se, às vezes, eu soubesse que o meu caminho esteja certo! Mas o destino seria sempre meio incerto. É como se dependesse do que eu fosse sonhar. Que Papai do Céu me iluminaria se eu fosse boa, e justa e humilde.

Humildade.

De repente humildade não se dá apenas nos que nascem com ela. Talvez quando um arrogante se assumisse arrogante e se sentisse mal por isso, talvez aí ela tenha entendido o quão igual a todos ele é. E o quão diferente podemos fazer para ser feliz aqui.

E fazer do paraíso,
apenas um prolongamento desse sonho.



A jornada pode ser linda e protegida por Deus,
se voce sonhar.
E voar num cavalo alado chamado Amor,
que além de te guiar,
te abençoará com uma fantasia tão real,
que se torna verdade, de fato.



Luz.
Hoje e sempre.



domingo, 7 de fevereiro de 2010

O Último Pôr do Sol'




Eu deveria ver mais o Sol nascer. Embora a Lua seja coisa linda. Bom,
tem dias que ela aparece até à luz do dia, né.

Eu deveria comer mais peixe, mais alface. Dar valor às músicas tranquilas e levar o Rock N' Roll só como uma força para acordar cedo, sabe... e ver esse Sol nascer!

E depois que eu colocar os pés pra fora da cama, pisar no chão geladinho, imaginar que, na verdade, esse chão é a areia molhada de algum arquipélago bom..! Daí, a Playlist mudaria e até o vento sopraria a meu favor.
Meus poucos panos envolveriam meu corpo. Sem luxo, nem lixo. Desintoxicada, eu levantaria e sorriria pro céu maravilhoso! Maravilhoso! Azul...

Eu poderia caminhar mais ao léu, sem lenço, mas só com um documentozinho no bolso pra garantir. Não mais utopias, né. Agora são projetos tranquilamente alcançáveis e abençoados por Deus. Sonhos vivíveis. Cotidiano SAUDÁVEL.
Saúde...! =]

Eu deveria ver mais o Sol nascer..

Me imaginar num clipe do Lenine, ou como uma índia feliz e pintada, só pintada, dançando e brincando com miquinhos.

Luz!

Eu deveria ver mais o Sol nascer...




;)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

[...]

Well it's nice to meet you sir




I guess I'll go




I best be on my way out

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

be fair to be full.

Seria tão mais justo enfatizar as circunstâncias, a humanidade do fato, do que, simplesmente, julgá-lo por um resumo ignorante e antiquado, ABARROTADO de pré-conceitos.

Revolta! Ela dá trabalho, cara, mas, sabe... se as pessoas de bom coração se revoltassem mais, pode até ser que elas morresem mais cedo, mas a luta por uma causa justa as faria mais nobres de espírito. E um dia, ah, um dia! Um dia as coisas iriam se ajeitando, e honestidade explícita não seria mais motivo de vergonha, de minoria.
Creio, agora, que não se trata mais de uma questão pacífica e quase intocável esse conceito de evolução. Ser serena e passiva à vida, até que ela passe... Não.. Não é isso. Não pode ser isso.

Engrossar a voz por justiça, justiça mesmo! Acredito que seja válido.
É como se a serenidade devesse ser convertida em força, energia matriz de firmeza de caráter. De repente, ela devesse ser mais interna do que aparente. É só observar as lideranças corruptas e criminosas que nos regem, que meu pensamento se comprova. Lobo em pele de cordeiro é o que mais há. E não pense que é fácil pra mim enxergar isso, porque realmente não é.
Oh, se fossem menos cegos às aparências e mais corajosos ao erro ediondo.
Mas, não! O que vale mesmo é o status, essa merda de poder, né. Poder, poder, poder!

Poder que ninguém sabe usar. Mas todo mundo quer ter.

Eu sinto.. nojo de gente que faz mal a quem não merece e só age de acordo com o convencional, com as aparências vazias de um mundo que parece estar imune às sensações sublimes da pureza. Não me orgulho de ficar enojada. Mas também não me culpo. Pessoas, principalmente homens, egocêntricos e hipócritas, que agem sob os panos e sorriem com uma simpatia avassaladora, como se sua consciência estivesse mesmo tranquila... Gente assim me exerce um certo desprezo. Desprezo que, antes, eu não me permitia sentir. Desprezo que, hoje, eu transformo em clareza de perspectiva.

Tem muita gente idiota no mundo, cara. Pode ser que eu seja idiota também. A diferença é que a minha idiotice consiste em persistir na crença de que há um mundo lunático mágico após essa vida e nos nossos sonhos bons quando a gente fecha os olhos. Acredito mesmo. E tenho dito. Mencionei como idiotice, porque hoje eu enxergo que o mundo, de fato, é cruel sim, meio distante de tudo que eu imagino.

Se não lutarmos pelo amor aos nossos sonhos, às pessoas de boa índole (que ainda existem!,) bom, não vejo outra saída, senão saber que morreríamos em vão.

E isso soa quase como inadmissível na minha mente confusa.

Ser forte para ser livre.

Ser justo,
para ser pleno.


terça-feira, 2 de fevereiro de 2010