
Serenidade me constitui tanto
que talvez nem escrever seja assim
tão mais essencial.
De essência, na raiz,
prioridades só não mudam de rumo,
visto que sempre foram desejos de infância,
de florescência, sem atalhos,
de vida!
O amor que vejo, a bondade que sinto
por e para filhos que ainda não tenho
família quase completa,
imperfeições tão terrenas,
gracistas e singelas,
nada mais me é tão fruto de queirela.
Nada de pressa, desespero ou ausência de calma boa
que faz a gente pensar antes de falar,
no entato sentindo como anterioridade
a tudo.
O que chamam de fraqueza, nem digo que eu dê nome
apenas guardo para mim no peito
e compartilho por tentativas doces em sorrisos.
Enxergo com clareza, nitidez e brilho,
cada sinal e destino fascinante que passos e ventos angelicais têm me proporcionado.
Gratifico, felicito,
em sensações sinceras e todas demasiadas!
Entendo cada personagem transitória e um por um desse elenco permanente.
Anjo bom,
vulgo, amigo,
perdão eu peço, ao amor eu brindo,
em nós dois acredito
e por ti me fortalece
a lealdade que tanto exprimes.










