quinta-feira, 14 de outubro de 2010

sapiência.

Ninguém se salva. A ajuda que há, é espontânea, quase divina. Leve contigo quem te proporcionou o bem, o amor e até mesmo o prazer, só não carregue momentos nas costas esperando que voltem ou mudem seu rumo. Fases e gargalhadas, beijos e pulos acontecem. Mas passam. Ainda que o desejo permaneça e pouco se transforme no que diz respeito à queirelas próprias, à sentimentos intrínsecos, não és curupira, tampouco pessoa mística, anômala: andas para frente.
Há muito, digo muito para criar, inclusive um ofício apaixonado que de fato guie tua vida, te forneça sentidos reveladores de tua alma, espectros de si mesmo.
Viagens continuam sendo fascinantes, escrever ainda é um mistério de satisfação; seus pais te intrigam como sempre e seus amigos (Graças a Deus) são portos seguros de esquecimento de angústia amorosa.
Afinal, há vida lá fora! Maior em infinito que as sensações internas em ti que não entendes. Procura-te a ti e encontras paz em toda a essência que nunca duvidou ser atemporal, bela,
plena.

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