Surpreendentes seriam nossas linhas de chegada se a calma tomasse conta de tudo! Surgiriam rosas, tulipas e macieiras no meio fio, tão vagarosas quanto a paz de espírito que reinaria. E mais repentinas do que nunca: plantaríamos por pensamento e por ação automática.
Até o que escrevêssemos em bancos de praça ou em carteiras juvenis seria gravado e fixado na matéria por anjos, tal como o mágico que toca em potes de barro cheios de água e transforma-os em ouro. A diferença é que o desafortunado paradoxal morreria de sede, enquanto nossas letras sublimes elevariam até o que precisaríamos tomar por necessidade.
Somamos os acertos ao desejo de resquícios do pacifismo. E temos sorriso, amor e
um objetivo.

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