
"O Estado é a instituição que detém o monopólio do uso legítimo da violência."
Ainda que existam e se façam necessários
limitando piscóticos natos ou aprisionando insegurança de almas alheias,
que distorcem o conceito do social ou apenas se declaram
inferiores;
Ainda que se julguem imunes
impunes e neutros!;
Ainda que nos lavem miolos a princípio puros
com leis rígidas, de eficácias múltiplas
e por mais que realmente atinjam graus de relevância suprema;
em coração de poeta,
em mente maluca de menina grande ou
dentro de peito novo, caráter colorido, vestido de doçura,
nada é maior que sentir.
Assim,
a pequenez de nós,
a minha e a dos espíritos aos quais opto seguir,
se transforma em paradoxo tão grande que nem contradição é mais,
e sim certeza.
Nos enxerguem aéreos, insanos, absolutamente incompreensíveis.
Escutamos e sorrimos, já que não, não vivemos fora de órbita:
apenas caminhamos em realidade distinta.

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