quinta-feira, 11 de novembro de 2010

içar!

Tentava prestar atenção em temas que não acredito, por simples convenção, cumprimento de obrigações incertas. Reconheço cada papel no mundo, todavia, enquanto o meu se confundia, repousava-me em sonhos escondidos, escondida.
Queimo minhas dúvidas na esperança de que as cinzas renasçam em pássaro novo que me dirá o que fazer. No entanto metáforas são sempre ilusórias e me vejo sem saída a não ser deixar que minha confusão me atormente até que eu adormeça.
Toda chateação poderia acabar em música, poesia ou em algum desenho bonito. mas, sabe... partindo do pressuposto que tudo conta com uma razão para existir, até o que me perturba deve enxergar fé em mim.
A problemática encontra-se em todo esse mistério, apesar de já ser minha a compreensão de que nós, sujeitos dos nossos textos, devemos direcionar nossas mazelas, e não o contrário.

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