quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Tem que cultivar!



Que do meu sono renasça água transparente,
pássaro encantado
cabelos ao vento em quadris firmes
e sensação, alívio, sabor

A inspiração, ela que venha do amor desculpado,
da magia da bênção
e da ternura
de dias semi-rubros
Delicadeza de percepção.

Cavalo alado de lealdade revolta
Inabalável, mas atormentada
Repouse em manto que guardo no peito
Satisfaça descanso honesto
e retorne vôo maior

Anjos de luz de abandono nulo
Me carregue em danças vívidas por entre
caramanchões e pilastras do refúgio que sonho
E me permita carregar esperança
além de compreensão mundana,
aquém de todo o bem que ainda virá.

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