Quem não acredita no lirismo, o homem que se diz são e principalmente salvo, lê e não entende o significado, se diz psicólogo de uma mente sem coração. Admiradores de razões complexas, gênios de ciências ou de futilidades idolatram uma inteligência humana que, na verdade, é mais genética que meritocrática.
Se ainda há virtude na espécie que vos fala, ela interpreta o heroísmo com mais distinção do que se imagina. Deturpá-la tornou-se corriqueiro, senso comum. Não por culpa de tempos modernos, tampouco por supostas regressões morais: a exaltação do amor sempre foi rara.
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