
E quer saber do quê mais? Eu sei de mim. Tenho certeza das minhas intenções, inclusive dos meus erros e de cada atitude que eu tomo tentando consertá-los.
Me julgue, me chingue, até me odeie se achar que deve, que eu me recolho no meu direito pleno de permanecer indiferente. Indiferente a constatações babacas, infelizes e a gente que se entregou à própria sorte.
Conte comigo quando for sincero, quando buscar pureza, pois saiba que busco o mesmo. No entanto, se queres o estático, o cético, o convencional, ou me deixe em paz ou espere unicamente pela minha indiferença.
Repito que sei de mim. E não me permito mais sentir culpa por pensamentos confusos diante de gente ruim. Esse tipo de caráter não me abala mais ne-nhum-pou-qui-nho.
Se achas soberba, se preferes continuar, what-e-ver. Eu não ligo.
Opto pela indiferença para permanecer num caminho bom. Ódios são desvios e só a tentativa de confundir teu semelhante já torna indigno o ato.
Portanto,
paz.
Sei o que me alegra, sou profundamente grata. Profundamente!
Não temas o que tenta te atingir, seja forte para saberes que, se conseguirem abalar suas estruturas, será para melhorá-lo. A evolução vem de Deus. Sendo Deus, tudo que é luz, bondade e amor, o resto, simplesmente não vale a pena.

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