Eu realmente REALMENTE não quero causar mal a ninguém, mas as vzes só não quero ficar perto das pessoas. Elas tentam nos corromper e quando permanecemos intactas na lealdade ao que acreditamos, soamos um turbilhão de rótulos que elas inventam e s ejulgam sensatas para nos aplicar.
Talvez, sabe, no fundo eu esteja certa também. E o que vale mesmo é me privar de efemeridades vazias para me construir de tudo de magnífico que Deus me abençoa todos os dias.
Por vezes eu me odeio. Embora eu não me permita odiar ninguém. Não sei se isso faz sentido, só penso que pode ser que isso seja errado. Nem a mim eu deveria odiar.
Sabe...
tudo que eu escrevo, são as essências de pensamentos frenéticos aos quais não me deixam em paz, e me dão toda a paz que eu ouso ter em dias bonitos. Eu penso muito muito mesmo em tudo isso.
Relações sociais são complicadíssimas, pois as pessoas se invadem muito. E eu não me canso em falar de liberdade.
Se eu opto por me reservar, não é por medo de tais invasões ou de sofrer com pessoas. Pessoas nos fazem sofrer sempre e isso é fato concreto.
O abstrato é pensar que eu não quero ser o bom selvagem de Rousseau, que simplesmente se deixaria levar pela onda de preceitos pré-determinados e esqueceria a sua essência. Me guardo não pra mim, mas pro meu paraíso, em respeito a tudo que Jesus Cristo nos ensinou. Coisas que eu gostaria de escrever na minha alma. Escrituras, às quais, eu tenho por missão não deixar que rasurem.

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