Eu não acredito em nada disso.
Não acredito em controle de massa, nem em controle familiar. Não respeito a sociedade porque ela é hipócrita comigo. Eu só contemplo corações. Eu admiro a rebeldia, já que é sinônimo de rebelião, é o gritar com causa, o desabafo de quem nem gostaria de estar falando. Há pessoas que são felizes com coisas simples, coisas espontaneamente construídas ao longo de experiências, coisas catalogadas como sentimentos.
É, os sentimentos nos dão umas rasteiras de leve, às vezes. Controle é a palavra chave. Controle é a chave perdida. Muitos perdem tempos preciosíssimos somente na busca pelo segredo do cofre do auto-controle. Outros simplesmente vivem e deixam que o equilíbrio venha como conseqüência de uma tranquilidade natural de sua essência.
Entretanto, não há muito o que julgar. O barco é o mesmo.
Revolucionários só foram bons de verdade depois que morreram, porque durante uma guerra, é quase impossível contemplar heróis entre mortos e feridos.
O falso moralismo, ou simplesmente o moralismo de raiz, é uma merda. É uma merda porque, nele, não há brechas, nem salvação; não existe compreensão nem a aplicação de uma ciência humana, de fato. O moralista é metido e arrogante na sua versão teórica de lei. Mas, na prática, é na prática que o bicho pega. Todo fato tem antecendetes. e ninguém está livre de tentações; e ninguem é ruim o bastante para nao ter chances.
Minha humilde concepção de mundo me diz que qualquer intervenção de choque seria inútil em tantos conflitos: ou ela seria acatada por cegueira, fanatismo, ou na base da porrada.
Eu não tenho feito muita questão de entender, muito menos de compartilhar meu leque de argumentos retóricos. Só queria ser feliz mesmo.. E provar que viver os sonhos mais loucos e puros, é o canal de evolução que realmente valeria a pena.

Nenhum comentário:
Postar um comentário